Comparação do impacto da pandemia da COVID-19 entre profissionais de Educação Física do nordeste e do sul do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.27708Palavras-chave:
educação física, COVID-19, impacto na profissão, atuação profissionalResumo
O presente estudo teve como objetivo geral comparar o impacto da pandemia da COVID-19 entre profissionais de Educação Física do Nordeste e do Sul do Brasil. Trata-se de um estudo de caráter transversal. A coleta de dados ocorreu por meio digital. Através dos Formulários Google® foi criado um questionário, com perguntas de múltipla escolha, sendo este disseminado por meio das redes sociais Whatsapp®, Instagram@ e Facebook@. Foram investigados um total de 746 participantes, sendo 50,8% da Região Sul e 49,2% da Região Nordeste. Com relação à formação e atuação profissional, a maioria tinha até 10 anos de formado (59,5%), possuíam licenciatura plena ou as ambas as modalidades (61,3%) e atuavam no Setor privado/profissional liberal (52%). Considerando-se as questões de planejamento financeiro e de saúde, a maioria dos participantes era o principal mantenedor da casa (64,9%), não tinham realizado reserva financeira (75,9%), nem tinham plano de saúde (58,6%) ou de aposentadoria (67%). Com relação às atitudes e riscos frente à pandemia, um total de 94,5% dos profissionais de Educação Física afirmou estar em isolamento. Pode-se concluir que os efeitos da pandemia da Covid-19 sobre os profissionais de Educação Física foram impactantes. A proibição do exercício profissional provocada pelo isolamento social demonstrou uma profissão com pouco planejamento e vulnerável situação financeira independente da região brasileira de atuação.
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