Os efeitos da realidade virtual na reabilitação do acidente vascular encefálico: Uma revisão sistemática

Autores/as

  • José Eduardo Pompeu Universidade de São Paulo
  • Thais Helena Alonso Universidade Paulista, São Paulo
  • Igor Bordello Masson Universidade Paulista, São Paulo
  • Sandra Maria Alvarenga Anti Pompeu Universidade Paulista, São Paulo
  • Camila Torriani-Pasin Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.3341

Resumen

Este estudo propôs-se a realizar uma revisão sistemática da literatura a fim de verificar os efeitos da realidade virtual (RV) sobre a reabilitação de pacientes que sofreram acidente vascular encefálico (AVE). Foi realizada uma busca nas bases de dados eletrónicas Medline, Lilacs, Scielo e Pubmed, no período de 2004 a 2012. As palavras-chave utilizadas foram: realidade virtual, vídeo game, AVC, fisioterapia, reabilitação, virtual reality, stroke, rehabilitation e physiotherapy. Foram localizados 893 artigos e, ao final da seleção foram analisados nove estudos. Os resultados obtidos mostraram que o treino com RV pode contribuir para a reabilitação de pacientes que sofreram AVE. Os estudos selecionados utilizaram sete sistemas de RV para o treino das seguintes funções: marcha, equilíbrio, membro superior, cognição e perceção. Além disso, dependendo da função treinada, os autores utilizaram diferentes métodos de avaliação. Entretanto, mesmo os estudos que avaliaram funções similares utilizaram instrumentos de avaliação diferentes o que dificulta a comparação dos resultados. Conclui-se que a RV pode promover efeitos positivos na reabilitação de pacientes pós-AVE. Apesar dos resultados promissores, ainda são necessários novos estudos com maior número de sujeitos e melhor qualidade metodológica.

Publicado

2014-12-01

Cómo citar

Pompeu, J. E., Alonso, T. H., Masson, I. B., Pompeu, S. M. A. A., & Torriani-Pasin, C. (2014). Os efeitos da realidade virtual na reabilitação do acidente vascular encefálico: Uma revisão sistemática. Motricidade, 10(4), 111–122. https://doi.org/10.6063/motricidade.3341

Número

Sección

Review Article

Artículos más leídos del mismo autor/a