Evidências de validade da versão brasileira do Exercise Motivation Inventory-2 em contexto de academia e personal training

  • Ingi P Klain Departamento de Ciências do Esporte, Exercício - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – UTAD, Vila Real, Portugal
  • Dihogo Gama de Matos Departamento de Ciências do Esporte, Exercício - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – UTAD, Vila Real, Portugal
  • Luís Cid Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior Departamento de Condição Física e Saúde
  • Felipe José Aidar Departamento de Ciências do Esporte, Exercício - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – UTAD, Vila Real, Portugal
  • José Carlos Leitão Departamento de Ciências do Esporte, Exercício - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – UTAD, Vila Real, Portugal
  • João Miguel Moutão Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior Departamento de Condição Física e Saúde

Abstract

Este estudo teve como objetivos verificar a validade fatorial e a validade interna da versão brasileira do Exercise Motivation Inventory-2 (EMI-2) e comparar os principais motivos para prática de exercício tendo em conta os contextos de academia e personal training. Um total de 588 praticantes de exercício da cidade de Pelotas/RS/Brasil (405 de academia e 183 de personal training) preencheram o EMI-2, o qual é constituído por 51 itens, agrupados em 14 motivos (fatores) para prática de exercício físico. A validade fatorial do EMI-2 foi testada através da realização de análises fatoriais confirmatórias e a validade interna através do alfa de Cronbach. Para a verificar o efeito do contexto nos motivos foi utilizada a MANOVA e calculado o tamanho do efeito. Os resultados obtidos dão suporte à estrutura original do EMI-2 com 14 fatores, nesta amostra. Verificou-se um efeito multivariado significativo do contexto sobre os motivos de prática [Wilks’ λ = 0.912, F (14, 573.000) = 3.9, p < 0.001,  η² = 0.088]. Os motivos de “Prazer”, “Força e resistência”, “Desafio”, “Socialização”, “Competição” e “Reconhecimento Social” foram significativamente superiores no contexto de academia e os motivos de “Agilidade” e “Prevenção de Doenças” foram significativamente superiores no contexto de personal training.

Published
2015-08-18
Section
Original Article