A importância da definição de zonas alvo de treino para o indoor cycling
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.668Resumo
É do conhecimento geral que as designadas “aulas de grupo” parecem não ter “vocação” para responder às exigências, capacidades e necessidades dos diferentes praticantes. O Indoor Cycle (IC) parece não ser excepção, atendendo a que a intensidade de esforço é, habitualmente, determinada pelo professor em função do ritmo musical (bpm) “imposto” e não em função das capacidades e objectivos dos praticantes. O problema é que na mesma aula estão utentes de diferentes idades e sexos, com tipos somáticos e níveis de aptidão perfeitamente diferenciados e, como seria de esperar, com objectivos díspares, o que nos leva a pensar que não parece lícito que todas as pessoas sejam sujeitas ao mesmo tipo de intensidade. Pergunta-se, no entanto, o seguinte: será possível, neste tipo de aulas, sugerir uma metodologia capaz de individualizar a carga de treino ou contemplar diferentes objectivos? De facto, enquanto que na maioria das modalidades de grupo a referida individualização se afigura difícil, senão impossível, no IC, tendo em conta que há um professor responsável pelo grupo, que a aula é realizada em ergómetros estacionários e que a monitorização do esforço é relativamente acessível, pensamos que é possível e, porque não, desejável. (…)
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