(In)Visibilidades de las personas gitanas en los manuales escolares en Portugal: Una historia de ausencias
DOI:
https://doi.org/10.21814/rpe.35246Palabras clave:
libros de texto, historia, (in)visibilidadesResumen
En este trabajo analizamos los libros de texto de Historia vigentes entre los años 2019 y 2021, desde el 5.º hasta el 12.º año (de Porto Editora), con el objetivo de identificar, en particular, qué representaciones se transmiten sobre las personas gitanas. En este estudio, discutimos en qué momentos y de qué manera se menciona a las personas gitanas en los manuales escolares de Historia, desde el 5.º hasta el 12.º año, prestando especial atención a la multimodalidad discursiva. Para este análisis multimodal, recurrimos a la representación visual y textual de los actores sociales, además de realizar un análisis temático de los textos. A través de una búsqueda basada en palabras clave, verificamos que la referencia a las personas gitanas aparece únicamente en los manuales del 9.º y 12.º año, la mayoría de las veces asociada a la persecución y exterminio de judíos y gitanos durante el período del nazismo. En este trabajo, proponemos debatir sobre la invisibilidad de la población gitana en los manuales escolares de Historia en Portugal y la persistencia de una narrativa que reconoce el racismo contra las personas gitanas solo en el contexto del nazismo, sin un estudio en profundidad que conduzca a un debate sobre las consecuencias de su exclusión histórica y su papel en los procesos de resistencia y acción.
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