Formação de Professores Face aos Desafios da Inclusão e do Trabalho com Alunos Sobredotados
DOI:
https://doi.org/10.25749/sis.45586Palavras-chave:
formação de professores, sobredotação, educação inclusiva, trabalho docenteResumo
O professor tem na sala de aula crianças com necessidades diferenciadas e precisa atender a todos no processo de ensino-aprendizagem. No caso da sobredotação, reconhecê-la e atuar de forma inclusiva requer que o professor tenha um conhecimento amplo sobre o tema.
Em Portugal, há pouca investigação sobre formação de professores em sobredotação, reforçando a pertinência de compreender os desafios que a inclusão de alunos sobredotados nas escolas coloca ao trabalho docente e à formação de professores do ensino básico.
Na investigação adotou-se a metodologia qualitativa enquadrada pelo paradigma fenomenológico interpretativo, utilizando, para a recolha de dados, entrevistas individuais de aprofundamento e grupos focais.
Entre os principais resultados, os quatro tipos de participantes consultados (8 especialistas, 34 alunos e 45 pais em grupos focais, e 7 alunos, 7 pais e 7 professores em entrevistas individuais) associaram a realização de um trabalho inclusivo com sobredotados a três pilares: sensibilização da comunidade escolar para o tema da sobredotação, formação de professores adequada no tema e equidade nas práticas educativas.
Downloads
Referências
Admiraal, W., Schenke, W., De Jong, L., Emmelot, Y., & Sligte, H. (2019). Schools as professional learning communities: what can schools do to support professional development of their teachers? Professional Development in Education, 47(4), 684-698. https://doi.org/10.1080/19415257.2019.1665573
Ainscow, M. (2021). Inclusion and Equity in Education: responding to a global challenge. In A. Köpfer, J. J. W. Powell & R. Zahnd (Eds.), International Handbook of Inclusive Education (pp. 75-87). Verlag Barbara Budrich. https://shop.budrich.de/wp-content/uploads/2022/01/9783847415770.pdf
Almeida, L. S., Fleith, D. S., & Oliveira, E. P. (2013). Sobredotação: respostas educativas. ADIPSIEDUC.
Amado, J. (2017). A investigação em educação e seus paradigmas. In J. Amado (Coord.), Manual de investigação qualitativa em educação (pp. 21-72). Universidade de Coimbra.
ANEIS - Associação Nacional para o Estudo e a Intervenção na Sobredotação. (2017). Altas capacidades e sobredotação: compreender, identificar, atuar. ANEIS. https://www.aneis.org/guia/
Antunes, A. M. P. (2008). O apoio psico-educativo a alunos com altas habilidades: um programa de enriquecimento numa escola inclusiva. (Tese de Doutoramento). Universidade do Minho, Braga, Portugal. https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/8817
Araújo, R. M. B., & Esteves, M. M. F. (2017). A formação docente, inicial e contínua, para o trabalho com adultos em Portugal: o olhar dos professores. Educação & Formação, 2(4), 18-35. https://revistas.uece.br/index.php/redufor/article/view/121/104
Bahia, S. (2004). Múltiplos olhares sobre como intervir. In C. Neves & S. Bahia (Orgs.), Crianças Diferentes (pp. 160-174). Concurso Bial de Medicina.
Bahia, S. (2018). Orquestrando horizontes em espaços inclusivos. Revista Dobra - Pensar com Artes, 1. https://www.researchgate.net/publication/322231939_Orquestrando_horizontes_sem_espacos_inclusivos
Barbier, K., Struyf, E., Verschueren, K., & Donche, V. (2023). Fostering cognitive and affective‑motivational learning outcomes for high‑ability students in mixed‑ability elementary classrooms: a systematic review. European Journal of Psychology of Education, 38, 83-107. https://doi.org/10.1007/s10212-022-00606-z
Barroso, M. C. F. C. P., & Leite, C. (2010). A formação dos docentes e o currículo [Paper presentation]. In IX Colóquio Luso-Brasileiro sobre Questões Curriculares (pp. 3316-3323). Junho 21-23, Universidade do Porto, Portugal. https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/35057/2/86012.pdf
Caetano, A. P., Kamp, M., Mogarro, M. J., Costa, L., & Henriques, T. (2025b). Comunidades de aprendizagem e inclusão nas escolas: quatro estudos de caso na região de Lisboa. In L. Tinoca & A. P. Caetano (Eds.), Comunidades de aprendizagem para a inclusão educativa (pp. 111-166). Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Caetano, A. P., Piedade, J., Mogarro, M. J., Pinho, A. S., Semião, D., & Tinoca, L. (2025a). Atitudes dos professores sobre diversidade e educação inclusiva em comunidades de aprendizagem. Revista Lusófona de Educação, 66(66), 155-177. https://doi.org/10.24140/issn.1645-7250.rle66.dt08
Carvalho, M. L. D., & Cruz, J. Z. (2017). Por quê, Escola, por quê? Estudantes sobredotados com insucesso escolar. Educação & Realidade, 42(3), 1143-1159. https://doi.org/10.1590/2175-623660798
CNE – Conselho Nacional de Educação. (2019). Recomendação sobre qualificação e valorização de educadores e professores dos ensinos básico e secundário: estudos. Diário da República, Série II, nº 145. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/recomendacao/3-2019-123610607
CNE – Conselho Nacional de Educação. (2023). Estado da Educação 2022. CNE. https://www.cnedu.pt/content/EE_2022/Versao_Integral/EE2022-_versaointegral.pdf
Cubillo, L., & Woolley, R. (2018). Leadership and inclusion. In R. Woolley (Ed.), Understanding inclusion. Core Concepts, Policy and Practice (pp. 185-196). Routledge.
Decreto-lei n.º 54/2018 da Presidência do Conselho de Ministros (2018). Diário da República, I série, nº 129. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/54-2018-115652961
Decreto-lei n.º 41/2012 do Ministério da Educação (2012). Diário da República, I série, n.º 37. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/41-2012-542994
Decreto-lei n.º 79/2014 do Ministério da Educação (2014). Diário da República, I série, nº. 92. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/79-2014-25344769
EADSNE - European Agency for Development in Special Needs Education. (2012). Teacher education for inclusion: profile of inclusive teachers. EADSNE.
Estrela, M. T. (2002). Modelos de formação de professores e seus pressupostos conceptuais. Revista de Educação, 11(1), 17-30.
Estrela, M. T., & Caetano, A. P. (2012). Reflexões sobre a formação ética inicial de professores. Revista Interacções, 8(21), 219-230. https://doi.org/10.25755/int.1532
Eurydice. (2007). A educação de sobredotados na Europa. GEPE. https://www.edufor.pt/aenelas-pic/imagens/Sobredotados_na_Europa.pdf
Eurydice (2023). Promover a diversidade e a inclusão nas escolas da Europa. Relatório Eurydice. Serviço das Publicações da União Europeia. https://www.cm-vfxira.pt/cmvfxira/uploads/writer_file/document/33651/promover_a_diversidade_e_a_inclusao_nas_escolas_da_europa.pdf
Finkelstein, S., Sharma, U., & Furlonger, B. (2021). The inclusive practices of classroom teachers: a scoping review and thematic analysis. International Journal of Inclusive Education, 25(6), 735-762. https://doi.org/10.1080/13603116.2019.1572232
Freire, S. (2021). Introdução. In S. Freire (Coord.), Inclusão como participação social: diferentes perspetivas em análise (pp. 3-10). Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Gagné, F. (2004). Transforming gifts into talents: the DMGT as a developmental theory. High Ability Studies, 15(2), 119-147. https://doi.org/10.1080/1359813042000314682
Galvão, C., & Ponte, J. P. (2018). Os mestrados em ensino no contexto atual da formação de professores em Portugal. In C. Galvão & J. P. Ponte (Orgs.), Práticas de formação inicial de professores: participantes e dinâmicas (pp. 13-24). Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
García-Perales, R., Rocha, A., Aguiar, A., & Almeida, A. I. S. (2024). Characterization of students with high intellectual capacity: the approach in the portuguese school context and importance of teacher training for their educational inclusion. Frontiers in Psychology, 15, 1196926. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2024.1196926
Gardner, H. (1999). Intelligence reframed: Multiple intelligences for the 21st century. Basic Books.
George, D. (2003). Gifted education. (2nd Edition). Routledge.
Guba, E., & Lincoln, Y. (1994). Competing paradigms in qualitative research. In N. Denzin & Y. Lincoln (Eds.), Handbook of qualitative research (pp. 105-17). Sage.
Guillemot, F., Lacroix, F., & Nocus, I. (2022). Teachers’ attitude towards inclusive education from 2000 to 2020: An extended meta-analysis. International Journal of Educational Research Open, 3, 100175. https://doi.org/10.1016/j.ijedro.2022.100175
Houssami, H. (2025). Formação de Professores Face aos Desafios da Inclusão e do Trabalho com Alunos Sobredotados. (Tese de Doutoramento). Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal.
Kaldi, S., Govaris, C., & Filippatou, D. (2018). Teachers’views about pupil diversity in the primary school classroom. Compare: A Journal of Comparative and International Education, 48(1), 2-20. https://doi.org/10.1080/03057925.2017.1281101
Kamp, M., Carvalho, C., Marchão, A., Martins, M. J. D., & Santos, S. (2025). Descobrindo a educação inclusiva através das vozes dos alunos de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP). Revista Lusófona de Educação, 66, 27-42. https://doi.org/10.24140/issn.1645-7250.rle66.dt02
Kast, J., & Schwab, S. (2020). Teachers’ and parents’ attitudes towards inclusion of pupils with a first language other than the language of instruction. International Journal of Inclusive Education. https://doi.org/10.1080/13603116.2020.1837267
Lubart, T., Georgsdottir, A., & Besançon, M. (2009). The nature of creative giftedness and talent. In T. Balchin, B. Hymer & D. J. Matthews (Eds.), The Routledge International Companion to Gifted Education (pp. 42-49). Routledge.
Maia, V. O., & Freire, S. (2020). A diferenciação pedagógica no contexto da educação inclusiva. Revista Exitus, 10, e020003. https://doi.org/10.24065/2237-9460.2020v10n0ID1147
Malet, R. (2022). Revisão das pesquisas sobre o desenvolvimento profissional docente: evidências, debates e efeitos internacionais. Currículo sem Fronteiras, 22, e1102. https://www.curriculosemfronteiras.org/vol22articles/malet.pdf
Martins, B. A., Chacon, M. C. M., & Almeida, L. S. (2018). Estudo comparativo luso-brasileiro sobre a formação inicial de professores em altas habilidades/ Superdotação com enfoque nos conteúdos curriculares. Revista Brasileira de Educação Especial, 24(3), 309-326. https://doi.org/10.1590/S1413-65382418000300001
Martins, M. J. D., Marchão, A., Oliveira, T., Caetano, A. P., & Tinoca, L. (2025). Schools as learning communities for inclusion: Insights from case studies of two school clusters in Portugal. Frontiers in Education, 10. https://doi.org/10.3389/feduc.2025.1549712
Martins, M. J. D., Oliveira, T., & Marchão, A. (2023). A Inclusão de Crianças e Jovens em Situação de Vulnerabilidade. Sisyphus - Journal of Education, 11(2), 10-32. https://doi.org/10.25749/sis.28110
Matos, R. C. G. de (2015). A formação de docentes em sobredotação: a atual realidade da escola portuguesa. (Dissertação de Mestrado). Escola Superior de Educação João de Deus, Lisboa, Portugal. http://hdl.handle.net/10400.26/14292
Mcclain, M. C., & Pfeiffer, S. (2012). Identification of gifted students in the United States today: A look at state definitions, policies, and practices. Journal of Applied School Psychology, 28(1), 59-88. https://doi.org/10.1080/15377903.2012.643757
Melo, A. S. (2007). Contributos da avaliação psicológica para a entrada antecipada no 1.º ciclo do ensino básico. (Dissertação de Mestrado). Universidade do Minho, Braga, Portugal.
Mesquita, E., & Machado, J. (2017). Formação inicial de professores em Portugal: evolução e desafios. In A. Shigunov Neto & I. Fortunato (Orgs.), Educação superior e formação de professores: questões atuais (pp. 97-115). Edições Hipótese.
Mettrau, M., & Almeida, L. S. (1994). A educação da criança sobredotada: a necessidade social de um atendimento diferenciado. Revista Portuguesa de Educação, 7(1 e 2), 5-13. https://hdl.handle.net/1822/2953
Miranda, L. C., & Almeida, L. S. (2012). Sinalização de alunos sobredotados e talentosos: Perfil de desempenho em provas psicológicas e perceção dos professores. Revista AMAzonica, 10(3), 146-164. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/4047548.pdf
Mogarro, M. J., & Borges, C. S. (2021). O que dizem as escolas sobre a inclusão? Análise dos projetos educativos de agrupamentos de escolas. In S. Freire (Coord.), Inclusão como participação social: diferentes perspetivas em análise (pp. 3-10). Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Mönks, F. J. (1997). Alunos sobredotados na turma: a questão da identificação e da programação. In M. E. Silva (Org.), Actas da Conferência sobre Sobredotação. Ministério da Educação. Departamento de Educação Básica.
Moreira, D. A. (2002). O método fenomenológico na pesquisa. Pioneira Thomson.
Morgado, J. (2011). Identidade e profissionalidade docente: sentidos e (im)possibilidades. Ensaio: Aval. Pol. Educ., 19(73), 793-812. https://doi.org/10.1590/S0104-40362011000500004
Neves, R. (2020). Ser Professor em Portugal: a problemática do acesso à formação/ profissão. Instrumento: Revista de Estudo e Pesquisa em Educação, 22(2), 216-30. https://doi.org/10.34019/1984-5499.2020.v22.30715
Nóvoa, A. (1992). Formação de professores e profissão docente. In A. Nóvoa (Coord.), Os professores e a sua formação (pp. 13-33). Dom Quixote.
Nóvoa, A. (2017). Firmar a posição como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de Pesquisa, 47(166), 1106-1133. https://doi.org/10.1590/198053144843
OECD - Organisation for Economic Cooperation and Development. (2022). Review of Inclusive Education in Portugal. Reviews of National Policies for Education. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/a9c95902-en
Ourofino, V. T., & Fleith, D. S. (2011). A condição underachievement em superdotação: definição e características. Psicologia: Teoria e Prática, 13(3), 206-222. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-36872011000300016
Parliamentary Assembly. (1994). Education for gifted children. Recommendation 1248. https://pace.coe.int/en/files/15282/html
Paul, T., Di Rezze B., Rosenbaum P., Cahill P., Jiang A., Kim E., & Campbell W. (2022). Perspectives of children and youth with disabilities and special needs regarding their experiences in inclusive education: a meta-aggregative review. Front. Educ., 7, 864752. https://doi.org/10.3389/feduc.2022.864752
Pereira, M. (2005). Educação e desenvolvimento de alunos sobredotados: fatores de risco e resiliência. Revista Portuguesa de Pedagogia, 3, 243-58. https://www.researchgate.net/publication/308078747_Educacao_e_desenvolvimento_dos_alunos_sobredotados_factores_de_risco_e_resiliencia
Pozo-Armentia, A. D., Reyero, D., & Gil-Cantero, F. (2020). The pedagogical limitations of inclusive education. Educational Philosophy and Theory, 52(10), 1064-1076. https://doi.org/10.1080/00131857.2020.1723549
Qvortrup, A., & Qvortrup, L. (2017). Inclusion: dimensions of inclusion in education. International Journal of Inclusive Education, 22(7), 803-817. https://doi.org/10.1080/13603116.2017.1412506
Renzulli, J. S. (1986). The Three-Ring Conception of Giftedness: A Developmental Model for Creative Productivity. In R. J. Sternberg & J. B. Davidson (Eds.), Conceptions of Giftedness (pp. 55-86.). Cambridge University Press.
Renzulli, J. S. (1994). El concepto de los tres anillos de la superdotación: Un modelo de desarrollo para una productividad creativa. In Y. Benito (Ed.), Intervención e investigación psicoeducativas en alumnos superdotados (pp. 41-78). Amarú.
Rodrigues, C., & Antunes, A. P. (2012). Escola inclusiva e sobredotação: estudo exploratório sobre as perceções dos professores. In L. S. Almeida, B. D. Silva & A. Franco (Orgs.), Actas do II Seminário Internacional - Contributos da Psicologia em Contextos Educativos (pp. 637-647). Braga. http://hdl.handle.net/10400.13/288
Rodrigues, D. (2016, 9 de abril). O mito da formação de professores. Público. https://www.publico.pt/2016/04/09/sociedade/opiniao/o-mito-da-formacao-de-professores-1728529
Rodrigues, M. C., & Branco, M. L. F. (2021). Mobilidade docente e identidade profissional. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas, 29(139). https://doi.org/10.14507/epaa.29.6287
Semião, D., Mogarro, M. J., Pinto, F., Martins, M. J., Santos, N. Sousa, O., Marchão, A., Freire, I., Lord, L., & Tinoca, L. (2023). Teachers’ perspectives on students’ cultural diversity: A systematic literature review. Education Sciences, 13(12), 1215. https://doi.org/10.3390/educsci13121215
Serafim, J. F. A. (2007). Processos de formação contínua - limitações e eficácia em contextos de 1.º ciclo – a vertente da Educação Especial. (Dissertação de Mestrado). Universidade do Algarve, Faro, Portugal. https://sapientia.ualg.pt/entities/publication/367d8758-8c78-4132-9248-47ee518e5ea8
Serra, H., Mamede, M. C. C., & Sousa, T. M. F. B. (2004). Sobredotação: uma realidade/um desafio. Cadernos de Estudos, 1, 51-56. http://hdl.handle.net/20.500.11796/711
Serrano Rodríguez, R., Pontes Pedrajas, A., & Pérez Gracia, E. (2019). Beliefs on the teacher professionalism and teaching models in initial teacher education. Revista Brasileira de Educação, 24, e240018. https://doi.org/10.1590/S1413-24782019240018
Silva, F. V. (2021). Inclusão e participação: considerações em torno de conceitos. In S. Freire (Coord.), Inclusão como participação social: diferentes perspetivas em análise (pp. 38-51). Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Smith, C. M. M. (2006). Principles of inclusion: implications for able learners. In C. M. M. Smith (Ed.), Including the gifted and talented: making inclusion work for more gifted and able learners (pp. 3-21). Routledge.
Tejera, J. P., Rosal, A. B., & Rodríguez-Naveiras, E. R. (2017). Conocimientos y Mitos sobre Altas Capacidades. Talincrea, 3(2), 40-51. https://talincrea.cucs.udg.mx/index.php/talincrea/article/view/122
Tinoca, L., & Caetano, A. P. (Eds). (2025). Comunidades de aprendizagem para a inclusão educativa. Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Tinoca, L., Santos, S., Piedade, J., Caetano, A. P., Oliveira, T., Mogarro, M. J., & Tempera, T. (2025). Desenvolvimento profissional docente em comunidades de aprendizagem: Caminhos para uma educação inclusiva. Revista Lusófona de Educação, 66(66), 121-154. https://doi.org/10.24140/issn.1645-7250.rle66.dt07
Tirri, K., & Laine, S. (2017). Ethical challenges in inclusive education: the case of gifted students. In A. Gajewski (Ed.), Ethics, Equity, and Inclusive Education. International Perspectives on Inclusive Education (pp. 239-257). https://helda.helsinki.fi/server/api/core/bitstreams/725c18d5-7c8e-4143-a939-710e6014bb34/content
Tourón, J. (2000). Mitos y realidades em torno a la alta capacidade. In L. S. Almeida, E. P. Oliveira & A. S. Melo (Eds.), Alunos sobredotados: contributos para a sua identificação e apoio (pp. 1-13). Associação Nacional para o Estudo e a Intervenção na Sobredotação.
UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. (2020). Towards inclusion in education: status, trends and challenges. The UNESCO Salamanca statement 25 years on. UNESCO. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000374246?posInSet=1&queryId=53650df9-0c73-4f79-b26f-e19c2cc3307c
UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. (2022). Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. UNESCO. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000379381_por?posInSet=1&queryId=1b8b9651-2f5f-42e6-b30f-ed4f6baa50cb
Universidade de Lisboa. (2016). Carta Ética para a Investigação em Educação e Formação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Diário da República, II série, nº.52, de 15 de março. https://www.ie.ulisboa.pt/sites/default/files/documents/document/default/carta-etica-regulamento-ce.pdf
Yin, R. K. (2016). Pesquisa qualitativa do início ao fim. Penso.
Woolley, R. (2018). Introducing inclusion. In R. Woolley (Ed.), Understanding inclusion. Core Concepts, Policy and Practice (pp. 1-14). Routledge.
Zanetti, M. A., Gualdi, G., & Cascianelli, M. (2020). Understanding giftedness. Routledge.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2026 Sisyphus – Revista de Educação

Este trabalho encontra-se publicado com a Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0.
O Copyright (c) pertence à Sisyphus – Journal of Education. No entanto, encorajamos que os artigos publicados na revista sejam publicados noutros lugares, desde que seja solicitada a autorização da Sisyphus e os autores integrem a nossa citação de fonte original e um link para o nosso site.
Política de auto-arquivo
É permitido aos autores o auto-arquivo da versão final publicada dos seus artigos em repositórios institucionais, temáticos ou páginas web pessoais e institucionais.
Subscritor DORA
O Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, editor da Sisyphus, é um dos subscritores da Declaração de São Francisco sobre Avaliação da Investigação (DORA).


