Educação Ambiental e Conhecimentos Poderosos

A Experiência da Geração Z em uma Cidade Brasileira

Autores

  • Juliana de Araujo Borges Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Campus Nova Iguaçu, Brasil https://orcid.org/0009-0000-8307-5021
  • José André Villas Bôas Mello Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Campus Nova Iguaçu, Brasil https://orcid.org/0000-0002-0628-9664
  • Marta Lucia Azevedo Ferreira Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Campus Nova Iguaçu, Brasil https://orcid.org/0000-0002-5998-5452

DOI:

https://doi.org/10.25749/sis.44550

Palavras-chave:

desenvolvimento sustentável, educação ambiental, geração Z, conhecimento poderoso, Baixada Fluminense

Resumo

Este artigo apresenta uma análise empírica, qualitativa e exploratória das opiniões e percepções ambientais de jovens em situação de vulnerabilidade social na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, à luz do conceito de “conhecimento poderoso” proposto por Michael Young. A pesquisa foi realizada em Queimados, cidade brasileira localizada na periferia metropolitana do Rio de Janeiro, com 21 participantes do Programa Ambiente Jovem, focado em sustentabilidade e inclusão produtiva. Os resultados indicaram diferentes percepções sobre sustentabilidade, embora tenha havido consenso quanto à relevância da responsabilidade individual e coletiva na preservação do meio ambiente. Os jovens da Geração Z se mostram dinâmicos e críticos, com potencial para converter suas intenções ecologicamente corretas em atitudes e ações futuras. O estudo contribui para ampliar a compreensão sobre o papel da Educação Ambiental em contextos marcados por vulnerabilidades socioambientais.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografias Autor

Juliana de Araujo Borges, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Campus Nova Iguaçu, Brasil

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (PPDSP/CEFET-RJ). Possui Especialização em Engenharia Ambiental, Supervisão e Inspeção Escolar e Educação Inclusiva e Especial, Graduação em Tecnologia em Gestão Ambiental e Licenciatura em Pedagogia. É pesquisadora do CEFET-RJ e desenvolve estudos voltados à interface entre gestão ambiental e educação ambiental, com interesses de pesquisa nos temas educação ambiental, sustentabilidade, desenvolvimento regional e sistemas produtivos.

José André Villas Bôas Mello, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Campus Nova Iguaçu, Brasil

Professor permanente do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ) vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos (PPDSP/CEFET-RJ). Possui Doutorado em Engenharia de Transportes, Mestrado em Engenharia de Produção e Graduação em Ciências Econômicas com Licenciatura Plena. Atua na graduação e pós-graduação e é Editor Gerente da Revista Produção e Desenvolvimento. Possui experiência em gestão acadêmica e interesses de pesquisa nos temas serviços públicos, território, sistemas produtivos, educação, qualidade de vida no trabalho, desenvolvimento regional e bem-estar social.

Marta Lucia Azevedo Ferreira, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Campus Nova Iguaçu, Brasil

Professora titular do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ) vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos (PPDSP/CEFET-RJ) e líder do Grupo de Pesquisa Cooperação Tecnológica, Inovação e Desenvolvimento. Possui Doutorado em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento, Mestrado em Engenharia de Produção e Sistemas e Graduação em Administração Pública e de Empresas com Especialização em Marketing. Tem experiência nos meios corporativo e acadêmico e interesses de pesquisa nos temas sistemas de inovação e desenvolvimento, desenvolvimento regional, estudos industriais, sustentabilidade e inovação, sustentabilidade na educação tecnológica/em engenharia, sustentabilidade corporativa e gestão da inovação.

Referências

Alruthaya, A., Nguyen, T.-T., & Lokuge, S. (2021). The application of digital technology and the learning characteristics of Generation Z in higher education. arXiv. https://arxiv.org/abs/2111.05991

Bakeeva, E. V., & Biricheva, E. V. (2021). “I” and collective responsibility. Vestnik Sankt-Peterburgskogo Universiteta Filosofiia i Konfliktologiia, 37(2), 41-52. https://doi.org/10.21638/spbu17.2021.104

Ballantyne, R. R., & Packer, J. M. (1996). Teaching and learning in environmental education: Developing environmental conceptions. The Journal of Environmental Education, 27(2), 25-32. https://doi.org/10.1080/00958964.1996.9941455

Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Edições 70.

Barros, M. V., de Oliveira Santos, L., & Pereira, M. O. (2023). A percepção discente sobre sustentabilidade em uma universidade brasileira da cidade Nova Iguaçu. Revista Produção e Desenvolvimento, 9(1), e684. https://doi.org/10.32358/rpd.2023.v9.684

Bianconi, M. L., & Caruso, F. (2005). Apresentação - educação não-formal. Ciência e Cultura, 57(4). http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252005000400013

Biswas, T. (2021). Letting teach: Gen Z as socio-political educators in an overheated world. Frontiers in Political Science, 3, 641609. https://doi.org/10.3389/fpos.2021.641609

Biswas, T., & Mattheis, N. (2022). Strikingly educational: A childist perspective on children’s civil disobedience for climate justice. Educational Philosophy and Theory, 54(2), 145-157. https://doi.org/10.1080/00131857.2021.1880390

Borges, J. A., Afonso, H. C. G., Ferreira, M. L. A., & Pereira, J. V. T. L. (2025). Percepções dos estudantes de uma instituição brasileira de educação tecnológica sobre a Agenda 2030. Comuni@cción: Revista de Investigación en Comunicación y Desarrollo, 16(4), 229-240. https://doi.org/10.33595/2226-1478.16.4.1435

Brundtland, G. H. (1987). Our common future. United Nations.

Budziszewska, M., & Głód, Z. (2021). “These are the very small things that lead us to that goal”: Youth climate strike organizers talk about activism empowering and taxing experiences. Sustainability, 13(19), 11119. https://doi.org/10.3390/su131911119

Carvalho, I. C. de M. (2004). Educação ambiental crítica: nomes e endereçamentos da educação. In P. P. Layrargues (Coord.), Identidades da educação ambiental brasileira (pp. 13-24). Ministério do Meio Ambiente. http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/3507

Cassini, E. M., & Jeffré, T. W. (2019). Educação ambiental: Construção histórica e perspectivas para o futuro. Revista Brasileira de Meio Ambiente, 5(1). https://doi.org/10.66205/rvbma.v5i1.135

Cidade, I. A., & Esteves, R. A. (2023). Transformação da realidade local por meio de políticas públicas para educação ambiental no Rio de Janeiro: Resultados do Projeto Ambiente Jovem, um importante programa de Educação Ambiental no Brasil. Revista Transmutare, 8. https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/17528/9988

Farias, H. S. (2014). Índice de condição de vida e saúde (ICVS): Uma proposta de espacialização da vulnerabilidade social da população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Geografia em Questão, 7(1), 11-33. https://doi.org/10.48075/geoq.v7i1.7812

Freire, P. (1987). Pedagogia do oprimido. (17ª Edição). Paz e Terra.

Galian, C. V. A., & Louzano, P. B. J. (2014). Michael Young e o campo do currículo: Da ênfase no “conhecimento dos poderosos” à defesa do “conhecimento poderoso”. Educação e Pesquisa, 40(4), 1109-1124. https://doi.org/10.1590/S1517-97022014400400201

Ghadiri Khanaposhtani, M., Ballard, H. L., Lorke, J., Miller, A. E., Pratt-Taweh, S., Jennewein, J., Robinson, L. D., Higgins, L., Johnson, R. F., Young, A. N., Pauly, G. B., & Benavides Lahnstein, A. I. (2022). Examining youth participation in ongoing community and citizen science programs in 3 different out-of-school settings. Environmental Education Research, 28(12), 1730-1754. https://doi.org/10.1080/13504622.2022.2078480

Gohn, M. G. (2006). Educação não formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas. Ensaio: Avaliação das Políticas Públicas de Educação, 14(50), 27-38. https://doi.org/10.1590/S0104-40362006000100003

Gohn, M. G. (2021). Educação não formal e cultura política. (5ª Edição). Cortez.

Gouveia, N. L. (2023). Educação ambiental na educação de jovens e adultos: Memórias de estudantes sobre as transformações ambientais. (Dissertação de mestrado). Universidade Federal de Uberlândia, Brasil. https://doi.org/10.14393/ufu.di.2023.627

Guerra, A. F. S., & Guimarães, M. (2007). Educação ambiental no contexto escolar: questões levantadas no GDP. Pesquisa Em Educação Ambiental, 2(1), 155-166. https://revistas.usp.br/pea/pt_BR/article/view/30023

Guimarães, M. (2004). Educação ambiental crítica. In P. P. Layrargues (Coord.), Identidades da educação ambiental brasileira (pp. 25-34). Ministério do Meio Ambiente. http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/3507

Guimarães, M. (2013). Por uma educação ambiental crítica na sociedade atual. Margens - Revista Interdisciplinar, 7(9), 11-22. https://doi.org/10.18542/rmi.v7i9.2767

Hadjichambis, A. Ch., & Reis, P. (2020). Introduction to the conceptualisation of environmental citizenship for twenty-first-century education. In A. C. Hadjichambis et al. (Eds.), Conceptualizing Environmental Citizenship for 21st Century Education. Environmental Discourses in Science Education (pp. 1-14). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-030-20249-1_1

Heinrichs, M., & Silva, A. R. da. (2024). Documentos curriculares para o ensino médio de Santa Catarina: Uma obra coletiva. Revista Brasileira de Ensino de Ciências e Matemática, 7(2), 368-395. https://ojs.upf.br/index.php/rbecm/pt_BR/article/view/16456/114118180

Jickling, B., & Spork, H. (1998). Education for the environment: A critique. Environmental Education Research, 4(3), 309-327. https://doi.org/10.1080/1350462980040306

Jickling, B., & Sterling, S. (2017). Post-sustainability and environmental education: Remaking education for the future. Palgrave Macmillan. https://doi.org/10.1007/978-3-319-51322-5

Kumar, V., Choudhary, S. K., & Singh, R. (2024). Environmental socio-scientific issues as contexts in developing scientific literacy in science education: A systematic literature review. Social Sciences & Humanities Open, 9, 100765. https://doi.org/10.1016/j.ssaho.2023.100765

Leal Filho, W., Salvia, A. L., Paço, A., Anholon, R., Quelhas, O. L. G., & Rampasso, I. S. (2023). Sustainability and the role of education in achieving the Sustainable Development Goals. Cleaner and Responsible Consumption, 9, 100120. https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2019.05.309

Linne, J. (2014). Dos generaciones de nativos digitales. Intercom: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, 37(2), 203-221. https://doi.org/10.1590/1809-584420149

Loureiro, C. F. B. (2004). Trajetória e fundamentos da educação ambiental. Cortez.

Lucas, A. M. (1979). Environment and environmental education: Conceptual issues and curriculum implications. Australian International Press and Publications.

Marcellino, I. S., & Rodrigues, A. O. (2026). Análise sobre a estrutura produtiva da Baixada Fluminense e reflexões sobre o desenvolvimento regional. In VI Seminário de Estudos Contemporâneos sobre a Baixada Fluminense (pp. 1-16). UFRRJ, Brasil. https://www.estudosinstitucionais.com/REI/article/view/986

Marinho, A. A., Marques, M. L. A. P., Silva, A. F., Araújo, J. E. Q., Queiroz, T. H. S., & Almeida, I. D. A. (2014). A educação ambiental na formação da consciência ecológica. Caderno de Graduação – Ciências Exatas e Tecnológicas – UNIT – Alagoas, 1(1), 11-18. https://periodicos.grupotiradentes.com/cdgexatas/article/view/1336

Meireles, F. F. de, Mello, J. A. V. B., & Pereira, M. O. (2024). Uma análise do andamento da implementação dos ODS no currículo de alunos em bairro da periferia do Rio de Janeiro. Sisyphus – Journal of Education, 12(2), 78-94. https://doi.org/10.25749/sis.33594

Mello, J. A. V. B., Junior, O. D. O. S., de Oliveira Bernardes, B., & Magalhães, C. R. (2021). Visão docente sobre sustentabilidade em uma instituição de ensino brasileira. Sisyphus – Journal of Education, 9(3), 108-124. https://doi.org/10.25749/sis.24938

Melo, C. V., Mello, J. A. V. B., Mello, A. J. R., & Araújo, L. S. (2025). Metodologias ativas no ensino do ODS 4: Um estudo de práticas docentes. Sisyphus – Journal of Education, 13(2), 30-51. https://doi.org/10.25749/sis.38223

Miles, M., Schindel, A., Haq, K., & Aziz, T. (2025). Advancing environmental justice education: A critical review of research and practice. Environmental Education Research, 31(7), 1461-1480. https://doi.org/10.1080/13504622.2025.2483443

Minayo, M. C. (2017). Amostragem e saturação em pesquisa qualitativa: Consensos e controvérsias. Revista Pesquisa Qualitativa, 5(7), 1-12. https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/82

Molnár, Z., Kiss, P. S., Gálfi, M., & Radács, M. (2026). The importance of environmental attitudes in dealing with the environmental crisis and the relationship between education systems: A systematic review. Discover Education, 5, 112. https://doi.org/10.1007/s44217-026-01133-5

Montané C., S., & Pacheco S., Y. (2024). Political ecology as an educational alternative for sociocultural management: Study plan analysis. Mendive, 22(3), e3660. https://mendive.upr.edu.cu/index.php/MendiveUPR/article/view/3660

Monte, T., & Reis, P. (2021). Design of a pedagogical model of education for environmental citizenship in primary education. Sustainability, 13(11), 6000. https://doi.org/10.3390/su13116000

Moorhead, L., & Jiménez, J. (2025). “Do not go through the system passively”: Integrating environmental studies and ethnic studies through a social justice outdoor education program for high school learners. Youth, 5(2), 46. https://doi.org/10.3390/youth5020046

Peixoto, L. G., & Barros Neto, J. P. (2024). Visões e percepções da geração Z sobre empreendedorismo interno intraempreendedorismo. In A. Catapan (Org.), Exploring business practices and entrepreneurship (pp. 110-125). Editora Foco. https://doi.org/10.54751/edfoco.978-65-982213-6-2_6

Rios, C., Neilson, A., & Menezes, I. (2023). Visões de educadoras de educação ambiental para o desenvolvimento sustentável: Entre o empoderamento e a orientação de crianças e jovens. Revista Portuguesa de Educação, 36(1) e23004. https://doi.org/10.21814/rpe.22175

Riouch, A., & Benamar, S. (2025). Systematic review of environmental education in Morocco: Policies, practices, and post-pandemic challenges in the context of the Sustainable Development Goals. Sustainability, 17(21), 9494. https://doi.org/10.3390/su17219494

Rocha, A. S. (2020). Baixada Fluminense: Representações entre o desenvolvimento, a violência e o descaso. In A. S. Rocha (Org.), Baixada Fluminense: Estudos contemporâneos e (re)descobertas histórico-geográficas (pp. 13-27). ASAMIH.

Schmidt, L., & Guerra, J. (2013). Do ambiente ao desenvolvimento sustentável: Contextos e protagonistas da educação ambiental em Portugal. Revista Lusófona de Educação, 25, 193-211. https://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao/article/view/4387

SEAS. (2022). Ambiente Jovem – Protagonismo e Sustentabilidade. https://ambientejovem.com.br

Sengupta, D., Mathews, M., Bridges, L., D’Costa, R., & Bastian, B. L. (2024). Sustainability Orientation of Generation Z and Its Role in Their Choice of Employer—A Comparative Qualitative Inquiry of India and United States. Administrative Sciences, 14(10), 249. https://doi.org/10.3390/admsci14100249

Silva, F. F. G. da. (2025). Ações de educação ambiental para formação de lideranças sustentáveis nas comunidades Vila Kennedy e Antares, zona oeste – RJ: um estudo de caso do Pacto pela Juventude. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), 20(7), 458-465. https://doi.org/10.34024/revbea.2025.v20.20276

Silva, I. C., Costa, H. N., & Silva, F. P. (2021). Educação ambiental: Um estudo sobre as práticas metodológicas no ensino médio. Contribuciones a las Ciencias Sociales, 14(8), 157-175. https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/105

Slocum, S. L., Dimitrov, D. Y., & Webb, K. (2019). The impact of neoliberalism on higher education tourism programs: Meeting the 2030 sustainable development goals with the next generation. Tourism Management Perspectives, 30, 33-42. https://doi.org/10.1016/j.tmp.2019.01.004

Sterling, S. (2021). Educating for the future we want. Great Transition Initiative.

Tilbury, D. (1995). Environmental education for sustainability: Defining the new focus of environmental education in the 1990s. Environmental Education Research, 1(2), 195-212. https://doi.org/10.1080/1350462950010206

Tilbury, D., Stevenson, R. B., Fien, J., & Schreuder, D. (Eds.). (2002). Education and sustainability: Responding to the global challenge. IUCN Commission on Education and Communication.

Uiterkamp, A. S., & Vlek, C. (2007). Practice and outcomes of multidisciplinary research for environmental sustainability. Journal of Social Issues, 63(1), 175-197. https://doi.org/10.1111/j.1540-4560.2007.00502.x

Valente, S. (2024). Sustentabilidade: O contributo da educação ambiental numa perspetiva de complexidade e de transformação interior. Revista Internacional em Língua Portuguesa, 46, 47-62. https://doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2024.46/pp.47-62

Valle, P. R. D., & Ferreira, J. D. L. (2025). Análise de conteúdo na perspectiva de Bardin: contribuições e limitações para a pesquisa qualitativa em educação. Educação em Revista, 41, e49377. https://doi.org/10.1590/0102-469849377

Vieira, M. R. M., & Zanon, A. M. (2023). Environmental education trends and concepts of actions registered in SisEA/MS and carried out in Ladário/MS. Ambiente & Sociedade, 26. https://doi.org/10.1590/1809-4422asoc20210172r2vu2023L1OA

Vieira, V., Bianconi, M. L., & Dias, M. (2005). Espaços não formais de ensino e o currículode ciências. Ciência e Cultura, 57(4).

White, J. (2018). The weakness of “powerful knowledge”. London Review of Education, 16(2), 325-335. https://doi.org/10.18546/LRE.16.2.11

Woiwode, C., Schäpke, N., Bina, O., Veciana, S., Kunze, I., Parodi, O., Schweizer-Ries, P., & Wamsler, C. (2021). Inner transformation to sustainability as a deep leverage point: Fostering new avenues for change through dialogue and reflection. Sustainability Science, 16(3), 841-858. https://doi.org/10.1007/s11625-020-00882-y

Young, M. (1971). Knowledge and control: New directions for the sociology of education. Collier-Macmillan.

Young, M. (2007). Para que servem as escolas? Educação & Sociedade, 28(101), 1287-1302. https://doi.org/10.1590/S0101-73302007000400002

Young, M. (2010). Why educators must differentiate knowledge from experience? Journal of the Pacific Circle Consortium for Education, 22(1), 9-20. https://drive.google.com/file/d/16a5D5puPvDaNkHbc5Ssfae-LE4HO5BKU/view?usp=drive_link

Young, M. (2013). Overcoming the crisis in curriculum theory: A knowledge-based approach. Journal of Curriculum Studies, 45(2), 101-118. https://doi.org/10.1080/00220272.2013.764505

Young, M. (2014). Teoria do currículo: O que é e por que é importante. Cadernos de Pesquisa, 44(151), 190-202. https://doi.org/10.1590/198053142851

Downloads

Publicado

2026-10-30