A utilização da termografia infravermelha em atletas de endurance: uma revisão sistemática

Autores

  • Wagner Romão Post Graduate Department, Physical Education College of the Brazilian Army (EsEFEx/EB), Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0003-0964-7444
  • Danielli Mello Post Graduate Department, Physical Education College of the Brazilian Army (EsEFEx/EB), Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0003-3609-0004
  • Eduardo Borba Neves Universidade Tecnológica Federal do Paraná http://orcid.org/0000-0003-4507-6562
  • Thiago Dias Post Graduate Department, Physical Education College of the Brazilian Army (EsEFEx/EB), Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0002-9255-1234
  • Andressa Oliveira Barros dos Santos Exercise and Sports Science Postgraduate Program, Rio de Janeiro State University (PPGCEE/UERJ), Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0002-7412-7229
  • Rodolfo Alkmim Exercise and Sports Science Program, Rio de Janeiro State University (PPGCEE/UERJ), Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0001-9707-2649
  • Rodrigo Vale Exercise and Sports Science Program, Rio de Janeiro State University (PPGCEE/UERJ), Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0002-3049-8773

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.21116

Palavras-chave:

treino aeróbico, termografia, ciclismo, corrida

Resumo

A utilização de termografia infravermelha (TIR) tem se tornado cada vez mais comum na avaliação esportiva e vem crescendo muito ao longo dos últimos anos. O objetivo deste trabalho foi identificar os protocolos de avaliação e o comportamento da temperatura da pele de praticantes de esportes de endurance. Foi realizada uma revisão sistemática seguindo as recomendações PRISMA entre os dias 1º e 31 do mês de março de 2020, nas bases MEDLINE, LILACS, SCOPUS, SPORTDiscus, CINAHL, Web of Science, Science Direct, Cochrane e Scielo, utilizando combinações com 11 descritores para “Thermography” com 6 descritores para “Endurance training”. Foram identificadas 24 ROIs nos esportes de endurance. O tempo de aclimatação foi respeitado em 75% dos estudos e as imagens térmicas foram coletadas predominantemente em três momentos: antes, imediatamente após e 10 minutos após os testes. Foi observado um aumento da temperatura da pele nos momentos iniciais e um aumento após o exercício. Pode-se concluir que maioria das ROIs utilizadas foram, em maioria, os músculos específicos recrutados em cada modalidade, com destaque para os grupamentos musculares dos membros inferiores, e após essa redução inicial da temperatura, a resposta térmica é principalmente dependente da duração e intensidade do exercício.

Palavras-chave: treino aeróbico; termografia; ciclismo; corrida

Downloads

Publicado

2021-06-30

Edição

Secção

Artigos de Revisão

Artigos mais lidos do(s) mesmo(s) autor(es)