A utilização da termografia infravermelha em atletas de endurance: uma revisão sistemática
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.21116Palavras-chave:
treino aeróbico, termografia, ciclismo, corridaResumo
A utilização de termografia infravermelha (TIR) tem se tornado cada vez mais comum na avaliação esportiva e vem crescendo muito ao longo dos últimos anos. O objetivo deste trabalho foi identificar os protocolos de avaliação e o comportamento da temperatura da pele de praticantes de esportes de endurance. Foi realizada uma revisão sistemática seguindo as recomendações PRISMA entre os dias 1º e 31 do mês de março de 2020, nas bases MEDLINE, LILACS, SCOPUS, SPORTDiscus, CINAHL, Web of Science, Science Direct, Cochrane e Scielo, utilizando combinações com 11 descritores para “Thermography” com 6 descritores para “Endurance training”. Foram identificadas 24 ROIs nos esportes de endurance. O tempo de aclimatação foi respeitado em 75% dos estudos e as imagens térmicas foram coletadas predominantemente em três momentos: antes, imediatamente após e 10 minutos após os testes. Foi observado um aumento da temperatura da pele nos momentos iniciais e um aumento após o exercício. Pode-se concluir que maioria das ROIs utilizadas foram, em maioria, os músculos específicos recrutados em cada modalidade, com destaque para os grupamentos musculares dos membros inferiores, e após essa redução inicial da temperatura, a resposta térmica é principalmente dependente da duração e intensidade do exercício.
Palavras-chave: treino aeróbico; termografia; ciclismo; corrida
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