A Morte e a Donzela, de Rogério de Carvalho: crítica genética, arquivo das artes performativas e a prática como pesquisa

Autores

  • Alexandre Pieroni Calado

Resumo

Alexandre Pieroni Calado está envolvido num projecto disciplinar cruzado que, à maneira de uma historiografia fictícia, tenta recriar uma peça que o realizador, Rogério de Carvalho, nunca fez com os textos da Princesa Dramática: A Morte e a Donzela de Elfriede Jelinek. É um projecto em que a investigação é uma componente vital e que, como este texto pretende demonstrar, pode ser enquadrado no campo da genética do desempenho. Este ensaio mostrará prospectivamente que o processo criativo do Calado tem aspectos comuns significativos quando comparado com a prática poética de Carvalho, em particular quando se consideram os procedimentos de trabalho com actores. Finalmente, argumentaremos que existem ligações relevantes entre a crítica genética/genética da performance, o tema do arquivo nas artes performativas e o problema da prática como investigação.

 

HISTORIOGRAFIA FICCIONAL / ROGÉRIO DE CARVALHO / CRÍTICA GENÉTICA / ARQUIVO DE ARTES PERFORMATIVAS / PRÁTICA-COMO-PESQUISA

Publicado

2017-05-15

Como Citar

Calado, A. P. (2017). A Morte e a Donzela, de Rogério de Carvalho: crítica genética, arquivo das artes performativas e a prática como pesquisa. Sinais De Cena, (2), 51–66. Obtido de https://revistas.rcaap.pt/sdc/article/view/17138

Edição

Secção

Dossiê temático