O lugar da performance artística no museu: memórias, presenças e ausências

Autores

  • Daniela Salazar Doutoranda em Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Resumo

Este documento aborda duas questões principais: Que museu podemos criar através da prática teatral? E, que tipo de prática teatral podemos criar através da perspectiva do museu? Esta análise crítica tem como ponto de partida a rela- ção entre estas duas instâncias culturais: o Museu e o Teatro (principalmente a sua prática como disciplina artística). O objectivo deste trabalho é definir algumas linhas e formas de reflexão sobre estes processos curatoriais, musealização, preservação e institucionalização da memória e história do teatro. Por outro lado, este trabalho visa também dar algumas novas formas de pensar uma nova concepção do lugar do museu com base nas características que definem a prática teatral. Este exercício de uma análise crítica e também de uma complementaridade e oposição de duas perspectivas e lugares diferentes será o veículo da apresentação de alguns estudos de caso que apoiarão a sua argumentação: Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas, de Joana Craveiro (2014), O Gabinete das Curiosidades, de Karnart (desde 2012) e a obra de Alexandra do Carmo Tudo foi Capturado (mesmo os movimentos da Cabra) (Galeria Quadrum, 2011).

 

MUSEU / TEATRO / MEMÓRIAS / INSTITUCIONALIZAÇÃO / PRESENÇA

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Publicado

2021-04-16

Como Citar

Salazar, D. (2021). O lugar da performance artística no museu: memórias, presenças e ausências. Sinais De Cena, (4), 159–173. Obtido de https://revistas.rcaap.pt/sdc/article/view/21939

Edição

Secção

Estudos aplicados