How and With Whom do We Know the World?
Turns Towards a Loving Multi-species Science Education
DOI:
https://doi.org/10.25749/sis.38259Keywords:
environmental ethics, pluralism, ontology, environmental education, epistemologyAbstract
This paper is a theoretical study that responds to the call of the special issue of the journal by deepening perspectives of “other” educations in scientific education affected by global emergencies. Through dialogue with discussions in the fields of political ecology, education, and environmental education, we identify contemporary pathways for a science education rooted in more integrative foundations. Through epistemological, ethical, and ontological shifts, we construct pathways for multilateral learning by reflecting on the role of non-humans in shaping our way of being and thinking about the world, with love and life as guiding principles.
Downloads
References
Alves Pereira, V. (2022). Outridades ambientais: contribuições ontológicas aos fundamentos da educação ambiental. Perseitas, 10, 449-470. https://doi.org/10.21501/23461780.4404
Andrade, D. F. de, & Sorrentino, M. (2013). Da gestão ambiental à educação ambiental: as dimensões subjetiva e intersubjetiva nas práticas de educação ambiental. Pesquisa em Educação Ambiental, 8(1), 88-98.
Arias, P. (2010). Corazonar: una antropología comprometida con la vida. Ediciones Abya-Yala.
Ballestrin, L. (2013). América Latina e o giro decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política, 11, 89-117. https://doi.org/10.1590/S0103-33522013000200004
Carvalho, I. C. de M. (2012). Educação ambiental e a formação do sujeito ecológico. (6ª Edição). Cortez.
Carvalho, I. C. de M. (2014). Perspectiva das pedras: considerações sobre os novos materialismos e as epistemologias ecológicas. Revista Pesquisa em Educação Ambiental, 19(1), 69-79. https://doi.org/10.18675/2177-580X.vol9.n1.p69-79
Cobern, W. W., & Loving, C. C. (2001). Defining “science” in a multicultural world: Implications for science education. Science Education, 85, 50-67. https://doi.org/10.1002/1098-237X(200101)85:1<50::AID-SCE5>3.0.CO;2-G
De Landa, M. (2003). "1000 years of war". CTHEORY Interview with Manuel de Landa. CTHEORY. http://www.ctheory.net/articles.aspx?id=383
Deb, P. (2021). Cosmocentrism: A paradigm of environmental ethics. Journal of Applied Research in Humanities, Language and Social Sciences, 1(1). https://www.jarhlss.com/pdf/11_5525.pdf
Debnath, B. (2020). The basic concept of environmental ethics. International Journal of Research and Analytical Reviews (IJRAR), 7(1). https://ijrar.org/papers/IJRAR2001327.pdf
Delizoicov, D., Angotti, J. A., & Pernambuco, M. M. (2002). Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. (Coleção Docência em Formação). Editora Cortês.
Delory-Momberger, C. (2016). A pesquisa biográfica ou a construção compartilhada de um saber do singular. Revista Brasileira de Pesquisa (Auto) Biográfica, 1(1), 133-147.
Descartes, R. (2007). Discurso do método. LP&M Editores.
Duarte Almada, E., & Venancio, B. (2021). Pode a natureza falar? Perspectivas para uma educação ambiental multiespécie. Revista Interdisciplinar Sulear, 9, 67-81. https://revista.uemg.br/index.php/sulear/article/view/5429
Dutra, D. S. A., Castro, D. J. F. C., & Monteiro, B. P. (2019). Educação em Ciências e Decolonialidade: em busca de caminhos outros. In B. A. P. Monteiro et al. (Orgs.), Decolonialidades na educação em ciências (1ª Edição, pp. 2-17). Editora Livraria da Física.
El-Hani, C. N., & Mortimer, E. F. (2007). Multicultural education, pragmatism, and the goals of science teaching. Cultural Studies of Science Education, 2, 657-702. https://doi.org/10.1007/s11422-007-9064-y
Escobar, A. (2014). Sentipensar con la tierra. Nuevas lecturas sobre desarrollo, territorio y diferencia. Ediciones UNAULA.
Fauth Bertin, M. N., & Mainardes, J. (2023). Ética na docência: revisão de literatura. Revista Exitus, 13(1), e023030. https://doi.org/10.24065/2237-9460.2023v13n1ID2353
Figueiredo, T. F., Andrade, C., Bozelli, R., & Freire, L. (2023). La serpiente cósmica en la Amazonía: una experiencia performática de educación ambiental. 5to Congreso de la Sociedad Chilena de Educación Científica. Educación Científica desde la comunidad y para los territorios. Sociedad Chilena de Educación Científica.
Figueiredo, T. F., & Freire, L. (2023). A ética nas relações com a natureza: olhares da produção científica de educação em ciências. Anais do XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Realize Editora. https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/93407
Fórum Internacional de Organizações Não Governamentais e Movimentos Sociais. (1992). Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global. Rio de Janeiro.
Freire, L., & Rodrigues, C. (2025). O que sai sem se dizer: percepções em vivências no grupo de discussão sobre formação de professores na educação ambiental. Pesquisa em Educação Ambiental, 20(1). https://doi.org/10.18675/2177-580X.2025-18890
Freire, P. (2014). Pedagogia do oprimido. (60ª Edição). Paz e Terra.
Funtowicz, S., & Ravetz, J. (1997). Ciência pós-normal e comunidades ampliadas de pares face aos desafios ambientais. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 4(2), 219-230. https://doi.org/10.1590/S0104-59701997000200002
Gudynas, E. (2019). Direitos da natureza: ética biocêntrica e políticas ambientais. (Tradução: Igor Ojeda). Elefante.
Han, B.-C. (2017). Sociedade do cansaço. (Tradução de Enio Paulo Giachini). Vozes.
hooks, b. (2021). Tudo sobre o amor: novas perspectivas. (Tradução: Stephanie Borges). Elefante.
Leff, E. (2002). Epistemologia ambiental. (Tradução de Sandra Valenzuela; revisão de Paulo Freire Vieira). Cortez.
Lourenço, D. B. (2019). Qual o valor da natureza? Uma introdução à ética ambiental. Elefante.
Ludwig, D., Banuoku, D. F., Boogaard, B., El-Hani, C. N., Guri, B. Y., Kramm, M., & Turska, J. J. (2024). Southern ontologies: Reorienting agendas in social ontology. Journal of Social Ontology, 10(2). https://doi.org/10.25365/jso-2024-7691
Mainardes, J. (2022). Contributions from the ethico-onto-epistemological perspective for research in the field of education policy. Education Policy Analysis Archives, 30, 146. https://doi.org/10.14507/epaa.30.7436
Masson, G. (2022). Ontoepistemologia na produção de conhecimento no campo da educação. Práxis Educativa, 17, 1-17. https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.20169.059
Meneses, M. P. (2019). Os desafios do Sul: traduções interculturais e interpolíticas entre saberes multi-locais para amplificar a descolonização da educação. In B. A. P. Monteiro et al. (Orgs.), Decolonialidades na educação em ciências (1ª Edição, pp. 20-43). Editora Livraria da Física.
Mueller, M., Pattillo, K., Mitchell, D., & Luther, R. (2011). Lessons from the tree that owns itself: Implications for education. International Journal of Environmental and Science Education, 6(3), 293-314.
Narby, J. (2018). A serpente cósmica: o DNA e a origem do saber. Dantes.
Noguera, R. (2013). A ética da serenidade: O caminho da barca e a medida da balança na filosofia de Amenemope. Revista Ensaios Filosóficos, VIII, 139-155.
Nunes-Neto, N., & Conrado, D. M. (2021). Ensinando ética. Educação em Revista, 37. https://doi.org/10.1590/0102-469824578
Payne, P., Rodrigues, C., Carvalho, I. C. M., Santos, L. M. F. dos, Aguayo, C., & Lared, V. G. (2018). Affectivity in environmental education research. Pesquisa em Educação Ambiental, 13(Especial), 93-114. https://doi.org/10.18675/2177-580X.vol13.Especial.p92-114
Pereira, V. A., Freire, S. G., & Silva, M. P. da. (2019). Ontoepistemologia ambiental: vestígios e deslocamentos no campo dos fundamentos da educação ambiental. Pro-posições, 30, e20180011. https://doi.org/10.1590/1980-6248-2018-0011
Quijano, A. (1992). Colonialidad y modernidad/racionalidad. Perú Indígena, 13(29), 11-20.
Ramalho, V., & Resende, V. de M. (2011). Análise de discurso (para a) crítica: O texto como material de pesquisa. (Coleção: Linguagem e Sociedade). Pontes Editores.
Reis, P. G. R. (2021). Cidadania ambiental e ativismo juvenil. Ensino de Ciências e Tecnologia em Revista – ENCITEC, 11(2), 05-24. https://doi.org/10.31512/encitec.v11i2.433
Rodrigues, C., Payne, P. G., Grange, L. L., Carvalho, I. C. M., Steil, C. A., Lotz-Sisitka, H., & Linde-Loubser, H. (2020). Introduction: “New” theory, “post” North-South representations, praxis. The Journal of Environmental Education, 51(2), 97-112. https://doi.org/10.1080/00958964.2020.1726265
Rosa, G. L. R. (2024). Perspectiva ético-ontoepistemológica e a contribuição da Filosofia da Práxis para análise do ensino da Política Educacional. Revista De Estudios Teóricos Y Epistemológicos En Política Educativa, 9, 1-14. https://doi.org/10.5212/retepe.v.9.22954.007
Rufino, L. (2021). Vence-demanda: educação e descolonização. (1ª Edição). Mórula.
Rufino, L., Renaud Camargo, D., & Sánchez, C. (2020). Educação ambiental desde el Sur: A perspectiva da Terrexistência como política e poética descolonial. Revista Sergipana de Educação Ambiental, 7(Especial), 1-11. https://doi.org/10.47401/revisea.v7iEspecial.14520
Santos, D. G. G. dos, & Guimarães, M. (2020). Pertencimento: Um elo conectivo entre o ser humano, a sociedade e a natureza. REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, 37(3), 208-223. https://doi.org/10.14295/remea.v37i3.10918
Silva, R. O. da, Borba, C. dos A. de, & Foppa, C. C. (2021). O sistema/mundo colonial/moderno e a natureza: reflexões preliminares. Revista Videre, 13(26), 138-169. https://doi.org/10.30612/videre.v13i26.12939
Silva, T. T. da. (2019). Documentos de identidade: Uma introdução às teorias do currículo (3ª Edição; 11ª Reimpressão). Autêntica Editora.
Sorrentino, M., Maranhão, R., & Diniz, N. (2019). A Política Nacional de Educação Ambiental e os indicadores para sua avaliação. In M. H. A. Raymundo, E. A. Branco, S. A. Biasoli, & M. Sorrentino (Orgs.), Avaliação e monitoramento de políticas públicas de educação ambiental no Brasil: Transição para sociedades sustentáveis (pp. 43-54). MH-Ambiente Natural.
Steil, C. A., & Carvalho, I. C. de M. (2014). Epistemologias ecológicas: Delimitando um conceito. Mana, 20(1), 163-183. https://doi.org/10.1590/S0104-93132014000100006
Sterba, J. P. (1995). From biocentric individualism to biocentric pluralism. Environmental Ethics, 17(2), 191-207.
Tsing, A. (2021). O Antropoceno mais que Humano. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, 23(1), 176-191. https://doi.org/10.5007/2175-8034.2021.e75732
Willms, E. E., Costa, R. N., Almeida, R. de, & Sato, M. (2024). Sementes da arte-educação-ambiental. Universidade de São Paulo. Faculdade de Educação. https://doi.org/10.11606/9786587047690
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Sisyphus — Journal of Education

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Copyright (c) belongs to Sisyphus - Journal of Education. However, we encourage issued articles to be published elsewhere, provided that Sisyphus authorization is asked for and that authors integrate our original source citation and a link to our website.
Author Self-Archiving Policy
Author(s) are permitted to self-archive the final published version in institutional or thematic repositories, and in their personal or institutional websites.
DORA Signer
The Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, Sisyphus' Publisher, is a San Francisco Declaration on Research Assessment signer.