Narrativas de Sí y Subjetivación de Profesores de Ciencias
DOI:
https://doi.org/10.25749/sis.28579Palabras clave:
investigaciones (auto)biográficas, formación, subjetivación, profesores de cienciasResumen
Las investigaciones (auto)biográficas han hecho grandes promesas a la formación docente y cuando defienden la capacidad de formar a un docente, es porque se han vuelto centrales en las disputas sobre el sentido de la enseñanza. El objetivo es investigar los procesos de subjetivación engendrados en la investigación (auto)biográfica de profesores de ciencias. La metodología, inspirada en Foucault, incluyó la lectura, descripción y cuestionamiento de narrativas (auto)biográficas de tres tesis doctorales. Los resultados muestran diferentes discursos y elementos discursivos que demandan y producen posicionamientos de sujeto en la enseñanza de las ciencias. El profesor de ciencias que emerge de las narrativas aquí investigadas es un sujeto hecho posible desde múltiples posiciones: autoetnógrafo, aprendiz, consciente, esperanzado, resiliente, fénix, convertido, mediador, deseoso de éxito, mesiánico, investigador innovador, autopoiético. Se concluye que es productivo centrarse en los discursos que operan en procesos de subjetivación, como ejercicio que nos permite “ver y decir” otras conexiones entre la investigación (auto)biográfica y la docencia, particularmente cuando se trata de investigaciones dirigidas a la renovación y reinvención de la enseñanza de las Ciencias.
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