Educación Superior y Fábricas de Contenido
Un Análisis de la Reconfiguración del Trabajo Docente
DOI:
https://doi.org/10.25749/sis.41652Palabras clave:
fábricas de contenido, trabajo docente, educación superior, plataformización de la educación, cultura digitalResumen
Este artículo explora la reconfiguración del trabajo docente en el contexto de las llamadas 'fábricas de contenido' educativo para la Educación Superior privada en Brasil. Ante la creciente expansión del sector privado y de la modalidad de Educación a Distancia (EaD), impulsada por procesos de financiarización y plataformización de la educación, se vuelve crucial investigar cómo se producen los contenidos educativos y cómo este proceso de producción impacta a los trabajadores de la educación. La hipótesis central es que las fábricas de contenido corresponden a un proyecto del empresariado de la educación alineado con las nuevas determinaciones impuestas por la crisis del capital en la contemporaneidad, resultando en procesos de intensificación, precarización y fragmentación del trabajo docente, impactando el desarrollo de una cultura científica crítica entre los estudiantes. Presentamos aquí un análisis preliminar de la estructura de estas fábricas y sus implicaciones para la docencia en el contexto de la expansión de las culturas digitales mediadas por el mercado.
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