Efeito de diferentes programas de treino de força no Ângulo de Fase em adultos jovens: uma revisão de escopo

Autores

  • Tiago Vasconcelos Research Center in Sports Sciences, Health Sciences and Human Development, CIDESD, Covilhã, Portugal https://orcid.org/0009-0005-6080-7302
  • Ana Ruivo Alves Research Center in Sports Sciences, Health Sciences and Human Development, CIDESD, Covilhã, Portugal https://orcid.org/0000-0002-0145-2143
  • Alexandre Duarte Martins Comprehensive Health Research Centre (CHRC), Departamento de Desporto e Saúde, Escola de Saúde e Desenvolvimento Humano, Universidade de Évora, Largo dos Colegiais, 7000 Évora, Portugal https://orcid.org/0000-0003-1524-5601
  • Dominik Puda Department of Physical Education and Social Sciences – Faculty of Sports Studies, Masaryk University, Brno, Czechia https://orcid.org/0009-0008-8334-9836
  • Rafael Oliveira ESDRM-IPS - Sports Science School of Rio Maior – Polytechnic Institute of Santarém, Portugal CIDESD - Research Centre in Sport Sciences, Health Sciences and Human Development, PortugalCIEQV - Research Centre on Quality of Life, PortugalUBI - University of Beira Interior, Covilhã, Portugal https://orcid.org/0000-0001-6671-6229

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.41947

Palavras-chave:

Ângulo de Fase, exercício físico, Bioimpedância, Treino de força

Resumo

Esta revisão de escopo explorou o efeito de diferentes programas de treino de força (TF) no Ângulo de Fase (PhA), marcador de saúde celular, em adultos jovens saudáveis. Realizou-se uma pesquisa sistemática (PubMed, SciELO, Web of Science, Scopus; até abril de 2025; PRISMA; PICOS) por ensaios controlados longitudinais com adultos saudáveis (18-35 anos) submetidos a TF (dinâmico/isométrico) por ≥4 semanas. Dos 8722 registos, quatro estudos foram incluídos, revelando efeitos imediatos variáveis do TF no PhA (aumentos, diminuições, sem alterações significativas). A evidência sintetizada sugere, contudo, que protocolos de TF com maiores volumes e intensidades podem associar-se a alterações mais favoráveis no PhA a longo prazo. Conclui-se que, embora TF com maior volume e intensidade possa ser benéfico, os efeitos imediatos no PhA são variáveis. Modalidades como treino com restrição de fluxo sanguíneo de baixa carga ou isométrico de baixa frequência podem não melhorar, ou até diminuir, o PhA a curto prazo. Dada a escassez e heterogeneidade dos estudos, esta revisão é exploratória, sendo necessária mais investigação para otimizar o PhA através do TF em adultos jovens.

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Publicado

2025-12-18

Como Citar

Vasconcelos, T., Alves, A. R., Martins, A. D. ., Puda, D., & Oliveira, R. (2025). Efeito de diferentes programas de treino de força no Ângulo de Fase em adultos jovens: uma revisão de escopo. Motricidade, 21, e41947. https://doi.org/10.6063/motricidade.41947

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