Agora falam elas e de cá de baixo: Revolução!
DOI:
https://doi.org/10.51427/cet.sdc.2026.3.5.6Palavras-chave:
Revolução, 25 de Abril, Arte, Memória, MulheresResumo
Em Portugal recorda-se o golpe militar de 25 de Abril de 1974, enquanto se remete à sombra o processo revolucionário que se seguiu. O trabalho de memória pode representar um importante papel em contextos de obliteração de partes da história. Se pensarmos onde tem sido feito esse trabalho, onde subsiste/ resiste a Revolução, encontramos vários exemplos no campo das artes, nomeadamente no século XXI. Tomando como exemplos o filme Prazer, Camaradas!, de José Filipe Costa, a peça Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas e a peça transformada em documentário Elas também estiveram lá, de Joana Craveiro (Teatro do Vestido), percebemos algumas particularidades comuns nas fontes que os alimentam e nos objetos que representam. Estes são trabalhos que investigam e criam partindo de “memórias pequenas”, ou de memórias fracas, em muitos dos casos, das memórias das mulheres.
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