A emergência de microcervejarias diante da oligopolização do setor cervejeiro (Brasil e Espanha)

Silvia Cristina Limberger, Antoni Tulla

DOI: https://doi.org/10.18055/Finis10404

Resumo


A saturação do mercado de cervejas tradicionais nos países desenvolvidos a partir da década de 1970 trouxe novos elementos para a análise do setor. As grandes empresas passaram a estender seus mercados para países onde o consumo tornava­‑se crescente, assim como aumentaram os investimentos na diversificação da produção. No Brasil e Espanha, as empresas multinacionais chegaram nos anos 90 e os esforços para produzir novas cervejas concretizaram­‑se nos anos 2000, a partir da iniciativa de produtores caseiros e da criação de microcervejarias. Entretanto, a produção de cervejas especiais de alto valor agregado, também passou a ser estratégia das grandes empresas como forma de diversificação de seu portfólio de produtos. É importante mencionar que Brasil e Espanha apresentam formações sócio­‑espaciais distintas, e que, portanto, não é fácil realizar um estudo comparativo. Este estudo visa, sobretudo, demonstrar que a concentração de capital e a formação de economias de oligopólio são processos intrínsecos ao modo de produção capitalista e se difundem em qualquer sistema onde este predomine, do mesmo modo, que se intensificam os processos de criação de microcervejarias e de diversificação da produção.


Palavras-chave


Oligopólio cervejeiro; microcervejarias; diversificação da produção; Brasil; Espanha

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