Vol 5, Issue 1 (2017)

Education: challenges of an immanent research

Edited by Estela Scheinvar, Maria Lívia do Nascimento, and Kátia Aguiar

Thinking the present as a critical attitude has turned an urgent and necessary task for those who have abandoned a long time ago the polemics around the scientific neutrality and dived into the challenges of an immanent research. From this perspective the know-how of those who research engenders and is engendered on their own ways of researching, since those ways are invested of potencies that generate questions, images, affections. In this way of doing, which also means a way of saying and writing, the research is unfolded and experimentations gain the center of the scene, leading a movement of prudent and moving approach to the context of social practices in the field of education.

We could say, running the risk of lightening the words, that such attitude in research problematizes the social practices and the objects that correspond to them – including the research practices themselves.  Proposals that find and call for different intercessors – some closer to microphysics, others to micro politics and, also, to institutionalisms – so they can give visibility to the processes of adjustment, of control and of refusal in the field of education.

 

Educação: desafios de uma pesquisa imanente
Pensar o presente como atitude crítica tem se colocado como tarefa urgente e necessária para aqueles que há muito abandonaram as polêmicas em torno da neutralidade científica e mergulharam nos desafios de uma pesquisa imanente. Nessa perspectiva o saber-fazer de quem pesquisa engendra e é engendrado nos percursos da investigação, sendo estes percursos investidos de potências geradoras de questões, imagens, afetos. Nesse modo de fazer, que também se apresenta num modo de dizer e de escrever, desdobras da investigação, as experimentações ganham o centro da cena e favorecem um movimento de aproximação prudente e inquietante em meio às práticas socais no campo da educação.

Poderíamos dizer, nos arriscando no aligeirar das palavras, que tal atitude de pesquisa é problematizadora das práticas socais e dos objetos que lhes correspondem  incluindo-se aqui as próprias práticas de pesquisa. Propostas que encontram e convocam diferentes intercessores – alguns mais próximos da microfísica, outros da micropolítica ou, ainda, dos institucionalismos – para com eles dar visibilidade aos processos de ajuste, de controle e de recusa no campo da educação.

Table of Contents

Introduction

Estela Scheinvar, Maria Lívia do Nascimento, Kátia Aguiar
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6-8

Articles

Giovanna Marafon
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9-30
Bruno Robbes
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31-49
Estela Scheinvar, Valeria Llobet
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50-68
Gislei Domingas Romanzini Lazzarotto
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69-88
Flávia Cristina Silveira Lemos, Leandro Passarinho dos Reis Júnior
PDF
89-100
Maria Lívia do Nascimento, Cristiana de França Chiaradia
PDF
101-116