The stork network in the view of health professionals

challenges and their overcoming strategies

Authors

DOI:

https://doi.org/10.29352/mill0218.26116

Keywords:

public policy, maternal and child health services, systems integration, women's health

Abstract

Introduction: The Stork Network (RC) aims to articulate maternal and child actions, seeking a humanized and comprehensive care. However, there are challenges to be understood in the process of implementing this public policy in Brazil.

Objective: To analyze the perception of Primary Health Care professionals about the challenges and their overcoming strategies in the implementation of care in the Health Care Network (RAS) and in the Stork Network.

Methods: Focus groups were performed with two Family Health Teams (FHTs) and two Basic Health Units (BHUs) that follow pregnant women, totaling 35 participants. The content analysis of the collected data was performed, using the thematic modality.

Results: It was observed that networking has not shown a good performance in the municipality, showing a deficiency in relation to the establishment of flows, with little capacity to resolve situations in the face of formal communication processes. The proposals for overcoming the challenges go through the reconstruction of flows, protocols and communication between services, but also include a co-management movement.

Conclusion: Further studies are necessary considering the new public policies implemented in Brazil, which creates challenges in the face of the proposed integrality in health care.

References

Assis, T. R., Chagas, V. O., Goes, R. M., Schafauser, N. S., Caitano, K. G., & Marquez, R. A. (2019). Implementação da Rede Cegonha em uma Regional de Saúde do estado de Goiás: o que os indicadores de saúde mostram sobre atenção materno-infantil? Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde, 13(4), 843-853. https://doi.org/10.29397/reciis.v13i4.1595.

Brasil. Lei n. 11.634, de 27 de dezembro de 2007. Dispõe sobre o direito da gestante ao conhecimento e a vinculação à maternidade onde receberá assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília (DF); 28 dez 2007; Seção 1:2.

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria n. 4.279, de 30 de dezembro de 2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília (DF); 31 dez 2010; Seção 1:88.

Brasil. (2011). Ministério da Saúde. Portaria n. 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS - a Rede Cegonha e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília (DF); 27 jun 2011; Seção 1:109.

Campos, G. W. S. (2018). SUS: o que e como fazer?. Ciênc Saúde Coletiva, 23(6), 1707-1714.

Cecilio, L. C. O., Andreazza, R., Carapinheiro, G., Araújo, E. C, Oliveira, L. A., Andrade, M. G. G,... & Spedo, S. M. (2012). A atenção básica à saúde e a construção das redes temáticas de saúde: qual pode ser o seu papel?. Revista Ciência & Saúde Coletiva, 17(11), 2893-2902. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232012001100006.

Costa,F. J. L. S, Camara, J. T., Costa, K. R., Serejo, E. C. S., Pedrosa, A. O., & Lima, A. K. A. (2016). Avaliação da assistência pré-natal na perspectiva da integralidade. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 8(2), 4563-4586. http://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/5034

Franco T.B. (2013). As redes na micropolítica do processo de trabalho em saúde. In: Franco TB, Merhy EE. Trabalho, produção do cuidado e subjetividade em saúde: textos reunidos (pp. 226-42). Hucitec.

Giovanella, N. R., Ferrari, R. A. P., Gabani, F. L., Soares, N. T. I., Tacla, M. T. G. M., & Oliveira, G. S. (2017). Operacionalização de grupos de pré-natal: percepção dos profissionais do serviço da atenção primária à saúde. Revista Pesquisa Qualitativa [Internet] https://pdfs.semanticscholar.org/9143/a4a294c71f13b8cbd4e0373ea7428aca8b18.pdf.

Giovanella, L., Franco, C. M., & Almeida, P. F. (2020) Política Nacional de atenção básica: para onde vamos?. Ciência & Saúde Coletiva, 25(4), 1475-1482. http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232020254.01842020.

Minayo, M. C. S. (2013). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde (13º ed). Hucitec.

Nyumba, T. O., Wilson, K., Derrick, C. J., & Mukherjee, N. (2018). The use of focus group discussion methodology: Insights from two decades of application in conservation. Methods in Ecology and evolution, 9(1), 20-32.

Oliveira, V. A. S. C., Chirelli, M. Q., Rezende, K. T. A., Tonhom, S. F. R., Braccialli, L. A. D., & Nascimento, E. N. (2021). Rede Cegonha na visão de gestantes e profissionais: Uso de grupo focal e entrevista. New Trends in Qualitative Research, 8, 591–599. https://doi.org/10.36367/ntqr.8.2021.591-599.

Santos, L. (2017). Região de saúde e suas redes de atenção: modelo organizativo-sistêmico do SUS. Ciência & Saúde Coletiva, 22

(4), 1281-1289. http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232017224.26392016.

Santos, S. S. B., & Ventura, K. (2021). Rede Cegonha e desafios metodológicos de implementação de redes no SUS. Ciência & Saúde Coletiva, 26 (3), 775-780. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1413-81232021263.21462020>. Epub 15 Mar

ISSN 1678-4561. https://doi.org/10.1590/1413-81232021263.21462020.

Silva, L. A., Alves, V. H., Rodrigues, D. P., Santos, M. V., Guerra, J. V. V., & Marchiori, G. R. S. (2018). Recursos humanos e materiais no pré-natal: valores úteis para a garantia da humanização do cuidado às gestantes. Revista Enfermagem Centro-Oeste Min, 8 (e2831). http://dx.doi.org/10.19175/recom.v8i0.2831

Published

2022-05-31

How to Cite

Oliveira, V., Chirelli, M., Rezende, K., Tonhom, S., Braccialli, L., & Nascimento, . E. (2022). The stork network in the view of health professionals: challenges and their overcoming strategies. Millenium - Journal of Education, Technologies, and Health, 2(18), 65–73. https://doi.org/10.29352/mill0218.26116

Issue

Section

Life and Healthcare Sciences