SIMULAÇÃO E COMPETÊNCIAS NÃO-TÉCNICAS NO CONTEXTO DE EMERGÊNCIA PRÉ-HOSPITALAR: ESTUDO QUALITATIVO

  • José Amendoeira Instituto Politécnico de Santarém - Escola Superior de Saúde; Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém (UIIPS); Investigador Colaborador do Centro de Investigação e Qualidade de Vida (CIEQV); Unidade de Monitorização de Indicadores de Saúde (UMIS) – Investigador Integrado no Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde da Universidade Católica Portuguesa (CIIS/UCP); Portugal
  • Emília Campos de Carvalho Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Centro Colaborador da OMS para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem
Palavras-chave: Competências Não-técnicas, Debriefing, Enfermagem, Pesquisa Qualitativa, Simulação

Resumo

RESUMO: Compreender a importância que os enfermeiros atribuem à simulação no desenvolvimento de competências não técnicas no evento paragem cardíaca em ambiente pré-hospitalar. Enquadramento A enfermagem é projetada no futuro, desenvolvendo uma abordagem centrada na pessoa consistente com a valorização de valores, necessidades e desejos destes, considerando o processo de cuidados como intervenção complexa. A simulação baseada em cenários é uma oportunidade para recriar essa complexidade de forma virtual, no desenvolvimento de competências não-técnicas. Metodologia Este estudo utiliza uma pesquisa qualitativa indutiva, interpretativa e construtivista. Foram entrevistados 7 enfermeiros. Foi desenvolvida análise de conteúdo temática. Resultados Foram identificados três temas: cenários de simulação em emergências pré-hospitalares; A aquisição de conhecimento para o desenvolvimento de habilidades e Construção do virtual a partir do real. Conclusões Os enfermeiros entrevistados apresentam conhecimentos a melhorar em relação aos tipos de simulação. Consideram o Debriefing relevante para as habilidades de aprendizagem: pensamento crítico, julgamento clínico e a tomada de decisão.

Publicado
2018-12-21