Inclusión de estudiantes con trastorno específico del aprendizaje (TEA) y/o trastorno por hiperactividad y déficit de atención (TDAH): transición a la educación superior
DOI:
https://doi.org/10.29352/mill0222e.43633Palabras clave:
educación inclusiva; trastorno específico del aprendizaje; trastorno por déficit de atención e hiperactividadResumen
Introducción: Este artículo analiza la evolución de las adaptaciones dirigidas a alumnos con trastornos específicos del aprendizaje —en concreto, dislexia, disortografía y discalculia—, así como a los alumnos con trastorno por déficit de atención e hiperactividad (TDAH), de forma aislada o en comorbilidad, implementadas por el Jurado Nacional de Exámenes (JNE) entre 2016 y 2025 en la enseñanza secundaria, con el objetivo de facilitar el acceso a la enseñanza superior.
Objetivo: Analizar las adaptaciones aplicadas a estos estudiantes en los exámenes nacionales desde la perspectiva de un acceso equitativo a la educación superior.
Métodos: El estudio se basa en un análisis diacrónico de las diez Guías de Adaptaciones del JNE publicadas durante el periodo estudiado, así como en la evolución normativa asociada.
Resultados: Se observan avances significativos en las adaptaciones para estudiantes con dislexia moderada y grave. No obstante, persisten limitaciones para alumnos con disgrafía, discalculia y TDAH. Además, se exige la realización de exámenes nacionales estandarizados, sin correspondencia total con las adaptaciones aplicadas en la evaluación interna.
Conclusión: A pesar de los avances sustanciales alcanzados, persisten desigualdades que comprometen la equidad. Se recomienda crear exámenes nacionales adaptados, alineados con la evaluación interna, reactivar un cupo especial para el acceso a la educación superior y revisar la legislación vigente, garantizando que la diversidad cognitiva sea considerada en la aplicación de adaptaciones en la evaluación externa.
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