O conto das artes diabólicas – transfiguração e teriantropia: uma proposta de leitura literária para o 1º ciclo do ensino básico
DOI:
https://doi.org/10.29352/mill0218e.34565Palavras-chave:
conto tradicional; educação literária; didática da leitura; ensino básicoResumo
Introdução: O conto popular constitui uma narrativa breve que, como refere Reis (1987, p. 79), não tem raízes no mundo da cultura consagrada, mas faz parte da literatura tradicional de transmissão oral e perpetua com particular vitalidade e fulgor a relevância de um património cultural e literário de irrefutável prestígio. No documento atualmente em vigor, Aprendizagens Essenciais – Ensino Básico (2018), o conto tem assento cativo em todos os anos do primeiro e do segundo ciclo de escolaridade, não só pelas potencialidades culturais e linguísticas, mas ainda pelas virtudes didáticas e pela recetividade dos alunos, habituados que estão aos contos e histórias infantis que fizeram as delícias desde a terna idade e, concretamente, ao longo da educação pré-escolar.
Objetivo: O ensaio que aqui aclaramos visa atingir o objetivo maior da motivação para a leitura e a convocação de temáticas muito apelativas, como são exemplos o fantástico, o mágico e o maravilhoso, tão do agrado dos alunos desta faixa etária.
Métodos: Análise documental textual e verificação de evidências.
Resultados: O Conto das Artes Diabólicas, de Trindade Coelho resulta numa sugestão de leitura que, apesar de se situar nos documentos curriculares para o 7.º ano, pode ser deleitosamente antecipada para um ciclo anterior.
Conclusão: Veremos, pois, como é possível explorar aspetos como a fantasia, a magia, a transfiguração metamórfica, a teriantropia, a eterna luta entre o bem e o mal, e capitalizar este texto como motivação para a leitura, numa clave de sedução e, ao mesmo tempo, de revivificação do património cultural e tradicional da literatura portuguesa.
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Referências
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