Superalimentos: o poder da natureza no seu prato
DOI:
https://doi.org/10.29352/mill0228.41413Resumo
O termo “superalimento” é frequentemente utilizado na literatura científica para descrever alimentos que são simultaneamente visualmente apelativos e ricos em energia (Jagdale et al., 2021). A Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável destaca a importância da utilização de culturas regionais como uma estratégia chave para melhorar a nutrição e a sustentabilidade, particularmente em regiões subnutridas. Nos últimos anos, os superalimentos - também designados por alimentos funcionais - têm ganho cada vez mais atenção (Gupta & Mishra, 2020). Estes são alimentos tradicionais ricos em nutrientes essenciais, como proteínas, fibras e vitaminas, ou compostos bioativos que oferecem benefícios notáveis para a saúde e podem ajudar a reduzir o risco de doenças crónicas (Daugherty, 2011; Tacer-Caba, 2019).
De acordo com os dados recolhidos em agosto de 2018, uma pesquisa pelo termo “superfoods” produziu 191 resultados, incluindo artigos de investigação, capítulos de livros e artigos de revisão. Em comparação, o termo “superfruits” produziu 85 resultados na base de dados ScienceDirect (Gupta & Mishra, 2020). No entanto, para o período entre 2019 e 2025, o número de resultados aumentou significativamente para 1.163.
Da mesma forma, o termo “functional foods” produziu 210.226 resultados na base de dados Wiley e 382.852 resultados na ScienceDirect para o período de 1998-2017. Dados mais recentes, de 2019 a 2025, indicam um novo aumento, com 460 415 resultados registados na ScienceDirect. Estes resultados sugerem uma divergência notável na adoção académica e no enquadramento concetual do termo “superalimento” em comparação com “alimento funcional” (Gupta & Mishra, 2020).
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